Descubra quais são as novas profissões que devem surgir com o Metaverso

Metaverso! Cada vez mais empresas e até governos estão investindo nesta tecnologia. Alguns chegam a dizer que esta é a próxima fase que viveremos na Internet! Mas o interesse por este assunto começou, sem dúvidas, depois que o Facebook anunciou a mudança da sua marca para Meta. Já falamos um pouco disso aqui, no Engenharia 360. Agora é o momento de dar mais um passo nesta análise para entender porque este é um dos assuntos mais comentados e pesquisados atualmente nas redes.

O conceito de Metaverso

É mesmo um pouco complicado entender o que é o Metaverso, não se preocupe! Pense como se fosse um universo paralelo que acontece no plano virtual, onde as pessoas podem interagir por meio de avatares digitais. E qual o objetivo disso? Bem, tem gente que irá buscar este universo para ter as interações sociais e de trabalho que não consegue fazer no plano real. Outros só utilizarão isso para brincar com games. Na verdade, isso até que bem comum já, com jogos que simulam elementos do mundo fora da Internet.

Resumindo, o Metaverso seria uma mescla entre mundo físico e virtual!

Metaverso
Imagem reproduzida de Yahoo Finanças

Veja Também: Novos tempos – conheça o mundo alternativo do Metaverso e o ‘Deus’ virtual

As últimas notícias sobre o Metaverso

O Metaverso ainda precisa ser muito, mas muito aprimorado. Talvez este tenha sido o erro da Meta – que foi recentemente eleita como a pior empresa de 2021 -, apostando em algo que ainda não está 100% desenvolvido. Por exemplo, nas últimas semanas, vários usuários relataram terem presenciado comportamentos abusivos na Internet. Alguns disseram que os seus avatares chegaram a receber assédio sexual. Infelizmente, este é o grande problema desses espaços compartilhados imersivos, que podem ser acessados por qualquer um e em qualquer lugar – o que não justifica tal comportamento, claro.

Enquanto isso, estão sendo testados mecanismos de segurança para evitar mais casos como esse. Depois que tudo isso estiver resolvido, é bem provável que essa tecnologia deve revolucionar a maneira como nos relacionamos no mundo digital. E quem aposta nisso é o bilionário da Microsoft, Bill Gates. De acordo com ele, em poucos anos, a maioria das reuniões virtuais de negócios deverão migrar para o Metaverso. E, em um artigo divulgado recentemente na imprensa, ele fez previsões sobre o futuro e as novas profissões que devem surgir na próxima década, acompanhando este desenvolvimento. Veja a seguir!

As novas profissões baseadas no Metaverso

Cientista e estrategista de Metaverso

Para pesquisa e projeto de tecnologia, visando tornar o mundo inteiro visível e acionável digitalmente. Essa arquitetura será a base sobre a qual todos os outros casos de uso serão construídos (jogos, anúncios, controle de qualidade em fábricas, saúde conectada etc). E, depois, ainda será preciso apresentar estas grandes oportunidades ao público, ajudar a implantar, construir cases, desenvolver métricas e mais.

Desenvolvedor de ecossistemas

Encarregado de coordenar negociatas para que tudo isso possa ser possível em grande escala. Por exemplo, contratos com parceiros que forneçam produtos que garantam melhores experiências para os usuários e como eles poderão usufruir melhor desses itens adquiridos.

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Imagem reproduzida de Na Prática

Especialista de segurança cibernética do Metaverso

Talvez o profissional que deve atuar com mais presença neste esquema todo, realizando um trabalho de investigação, orientação e supervisão constante. Ele deve garantir que as pessoas tenham, dentro do Metaverso, privacidade e proteção de seus dados, passando por sistemas em etapas rigorosas. Sua especialidade deverá ser saber bloquear invasões, fraudes e mais, sempre seguindo leis e protocolos.

Aliás, outra coisa que precisará ser cuidada constantemente no Metaverso são os anúncios publicitários. Para isso, o especialista deverá criar bloqueadores avançados para localizar tudo que esteja errado neste sentido.

Storyteller do Metaverso

Responsável por escrever e projetar as missões imersivas, idealizar cenários, orientar formas de narrativas – inclusive para empresas e instituições.

Construtor do Metaverso

Será preciso de profissionais que trabalhem para construir hardwares para o Metaverso – incluindo tudo, como câmeras, fones, óculos virtuais e mais -, sabendo montar e adaptar esses equipamentos. Ademais, outros terão o papel de ‘designers’ do Metaverso, olhando para o futuro, transmitindo boas mensagens, considerando regras e ética, passando o exemplo.

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Imagem reproduzida de Forbes

As habilidades exigidas dos profissionais do futuro

Eis os campos de conhecimento que deverão ser exigidos dos profissionais nas próximas décadas:

  • Escrita e escrita criativa,
  • Deep learning,
  • Computação gráfica ou imagem computacional,
  • Programação,
  • Gerenciamento,
  • Modelos de Negócios,
  • Marketing,
  • HW/SW/SaaS/PaaS,
  • Empreendedorismo,
  • Indústria de XR,
  • Tecnologia e segurança de sistemas,
  • Codificação,
  • Eletrônica,
  • Softwares e hardwares,
  • 3D e realidade virtual,
  • entre outros.

Fontes: Época Negócios, Yahoo, O Globo, O Globo.

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Sabia que os robôs podem assumir tarefas de risco no lugar de humanos? [Veja como!]

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Após décadas acompanhando uma evolução tecnológica cada vez mais veloz, hoje temos a consciência de que a robótica deve mudar o nosso futuro de uma maneira surpreendente. Agora, nós já temos disponível no mercado alguns protótipos de robôs em diversos formatos, muitos deles lembrando partes do corpo humano ou da anatomia animal; e tem ainda aqueles que se movem sozinhos, através de rodas e esteiras. A ideia dos pesquisadores é de que esses dispositivos possam assumir tarefas “chatas” ou arriscadas que precisamos fazer em nosso dia-a-dia – seja em ambientes domésticos ou de trabalho – por exemplo, estar em contato com altas temperaturas, em grandes alturas, ou expostos a produtos químicos.

Os uso de robôs no mercado atual

A Federação Internacional de Robótica divulgou, recentemente, que, conforme as suas pesquisas, o mercado de robôs móveis autônomos no mundo deverá crescer 31% ao ano até 2023. E seus representantes justificam isso ao considerável avanço acelerado nos investimentos para o desenvolvimento de pesquisas e produção de hardwares e softwares voltados aos mais diferentes setores, sobretudo de fábricas. Aqui no Brasil, são exemplos de empresas que investem bastante na área da robótica a Vale, a Petrobras e a Jacto.

Exemplos de uso de robôs, na prática

O “cão-robô” da Vale

A mineradora Vale deve fazer uso, em breve, de um robô quadrúpede da empresa Anybotics, adaptado para as operações de fiscalização. Um teste com um modelo do dispositivo já foi feito na usina de Cauê, em Itabira, no Estado de Minas Gerais. Na ocasião, o mesmo fez rotas, subiu e desceu escadas, exibiu um mapa da área sob inspeção, transmitiu imagens e fez medições de temperatura.

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Imagem reproduzida de O Especialista
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Imagem reproduzida de O Especialista

Veja Também: Conheça o cão robô ‘SPOT’ da famosa empresa Boston Dynamics

“Com o robô, eliminamos riscos pertinentes às atividades de inspeções.”, “O robô também nos dá acesso a espaços confinados, como o interior de um moinho.”

-diz Rayner Teixeira, analista operacional na empresa Vale.

A saber, a Vale ainda utiliza outro modelo de robô chamado EspeleoRobô para mapear cavernas próximas às minas, utilizando rodas e esteiras.

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Imagem reproduzida de Entrepreneur

O “robô pintor” da Petrobras

Trabalhar em alto-mar, em uma plataforma com cerca de 30 m de altura e 300 m de comprimento, é outra realidade com grandes desafios. A indústria do petróleo também utiliza robôs. Um exemplo é o “robô pintor” da empresa Petrobras, que usa cordas e rodas, além de um compressor de ar para pintar cerca de 300 m² de superfície em uma hora.

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Imagem reproduzida de ODEBATEON

Também precisamos comentar que a Petrobras usa um “robô minhoca” para desobstruir dutos de petróleo e um “robô escavador” para se locomover em superfícies quentes.

Veja Também: Nova abordagem pode auxiliar o treinamento de robôs para mover objetos

O pulverizador da Jacto

Os robôs também fazem parte do dia-a-dia de quem trabalha no campo. Um exemplo de caso é o dispositivo autônomo desenvolvido pela empresa Jacto para pulverizar pomares, o Arbus 400 JAV. A máquina tem uma espécie de rosto e braços de pulverização.

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Imagem reproduzida de Blog da Jacto
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Imagem reproduzida de Mais Retorno

“Quando o veículo é autônomo, caso haja névoa química ou excesso de ruído, o operador não estará embarcado. É um benefício de segurança.”

– Fernando Gonçalves Neto, diretor-presidente da Jacto, em reportagem de O Estado de S. Paulo.

Informação Bônus

O cenário de desemprego em massa e em escala global assusta. Os avanços em aprendizado de máquina, visão computacional, robótica e internet das coisas, além da automação de linhas de produção fazem das máquinas excelentes funcionários. Mas como competir com isso?

Uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico apontou que 32 dos 37 países-membros terão, em breve, um em cada dois empregos provavelmente afetados pela automação. São exemplos de áreas que serão impactadas:

  • carros autônomos substituindo os motoristas;
  • robôs cozinheiros mais produtivos que humanos;
  • visão computacional fazendo uma melhor análise de imagens de segurança ou de exames médicos;
  • inteligência artificial selecionando milhares de currículos com mais eficiência;
  • e mais.

Sim, muito em breve, milhões de trabalhos podem ser extintos; e será cada vez mais comum humanos compartilharem espaços com robôs. Para evitar quaisquer problemas nesse processo, os governos devem investir em treinamento e ensino de novas habilidades. Isso permitirá a criação de novos empregos, assim como a fundação de novos negócios e inovação! Ou seja, um futuro promissor para todos nós!

Veja Também: Robôs que admitem erros melhoram interações das pessoas


Fontes: UOL, Istoé Dinheiro.

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