Como a Energia Renovável ajuda no desenvolvimento de um país?

Sabemos que a energia renovável está cada vez mais presente no nosso dia a dia, agora, qual a relação dela com o desenvolvimento?

Vemos pequenos exemplos de conscientização ambiental no nosso dia a dia. Desde aquele restaurante que não tem mais canudo, até a aquela ecobag que utilizamos em supermercados. Portanto, com a energia não poderia ser diferente, e a matriz energética de diversos países tem mudado.

Porém isto vai além da conscientização ambiental. Analisando questões econômicas, hoje sabemos que a energia renovável é mais barata que a energia nuclear, a energia fóssil, e até energia do carvão mineral. O carvão mineral foi a forma mais usada de energia no mundo, em meados de 2003, principalmente pelo seu valor econômico baixo. Devido a redução do uso do carvão, hoje a energia renovável nos Estados Unidos da América representa 17% da energia do país.

Energia renovável e a geração de novos empregos

Como a energia renovável faz parte de uma tecnologia relativamente recente, é comum pensar nos impactos econômicos que podem ser causados.

A Irena (Agência Internacional de Energia Renovável) apoia 170 países, incluindo o Brasil, em sua transição para um futuro energético mais sustentável. De acordo com esta organização, no ano de 2018 foram criados 10,3 milhões de empregos para se trabalhar com energia renovável. Embora grande parte destas vagas estão concentradas na Asia; Os Estados Unidos, Brasil, Índia, e Alemanha continuam a ser grandes empregadores neste ramo.

No Brasil, segundo o relatório do Irena, no ano de 2017 foram criadas 893 mil vagas de emprego para profissionais atuarem com geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

Com todas estas mudanças no mercado, temos que nos manter sempre atualizados com relação a introdução das energias renováveis. Não só no Brasil, como no mundo, está sendo requisitado profissionais especializados sobre o assunto. E sem dúvidas, é uma área da engenharia muito interessante para investir o conhecimento.

Referências:

TheGuardian, LGLSolar

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